A resposta do PS

Eurico Brilhante Dias, Secretário Nacional do PS, decidiu exercer o seu direito de resposta ao meu último artigo de opinião, publicado no Dinheiro Vivo e no Diário de Notícias“A verdade ficava melhor a Seguro”.

Aqui está:

A Verdade… Cautelar
Na Grécia antiga a verdade era definida em função da aderência de um facto, ocorrência ou entidade à realidade; a verdade é o reconhecimento do real. A verdade é ‘tangível’, substantiva, pode ser revelada. Bem sei que desde então muitos outros discorreram sobre o conceito de verdade; mas hoje, na vida política, mais do que nunca, a verdade é necessária. A verdade é real, mas não transacionável. E o PS e o Secretário-Geral do PS não trocam a verdade pela mentira (como sugeriu Sílvia de Oliveira no “Dinheiro Vivo” e nas páginas do DN desta quinta-feira) e, ao contrário de outros, não usamos a palavra ‘verdade’ como capa de mentiras convenientes. Dirão alguns que a mentira pode ser piedosa… Será seguramente essa a abordagem que muitos adotam quando se referem ao possível programa cautelar.