No mundo da Playmobil

Malta tem destas coisas. Uma ilha de 400 mil pessoas no meio do Mediterrâneo (já fiz o meu check no mapa mundi) produz as figuras da Playmobil para todo o mundo.

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Na minha última manhã, visitei a fábrica, gerida por um alemão (a Playmobil é uma empresa familiar alemã), e que está instalada em Malta, desde 1971.

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A fábrica emprega mil pessoas e ao lado tem um fun park, que recebe mais de 50 mil visitantes por ano.

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A empresa maltesa produz mais de 100 milhões de bonecos Playmobil por ano e exporta tudo o que produz. As máquinas conseguem montar um boneco em 1,5 segundos e eu garanto que tentei, mas não consegui nos cinco minutos disponíveis, encaixar os dois braços…

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Malta II, correr e a lei da compensação

Dei-me conta que, cada vez que viajo, levo sempre comigo os meus ténis, já corri em vários países, tipo Sócrates. Falta-me a praça do Kremlin, mas lá chegarei. A corrida é para mim, como os livros, uma bela companhia. E se ultimamente ando a ler menos, pelo menos corro mais. Quem corre, ou faz qualquer outro tipo de exercício, sabe bem a sensação única do descanso. É como agora, muitas endorfinas pelo meu corpo. E, depois, eu acredito na lei da compensação, para tudo nesta vida. 2 pastizzi = x km 😉

Ah, recuso-me a fazer piadas com o nome do país

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Sã e salva

Descampado

Estão a ver este descampado de mar?! Pronto, acabei de me fechar na varanda do hotel com 2% de bateria, que ainda deram para mandar o nome do hotel em malta e o número do quarto. Como não sabia se o meu querido marido tinha recebido a mensagem, decidi começar a gritar e a verdade é que isto são só boas energias. Não só o meu santo marido ja tinha ligado para Malta, como a vizinha do lado ouviu os meus tímidos help. Sã e salva! Beijos para todos aqui da minha varandinha, enquanto fumo um belo cigarro para descontrair ❤

Malta I

Ora bem, Malta! Sabia que era uma ilha no meio do Mediterrâneo, que fazia parte da zona euro e pouco mais…
Ao chegar, a minha primeira impressão foi de que é parecida à Sicília, onde fui de férias há dois anos. De facto, vim a saber que os italianos brincam com isso e dizem que Malta só não é deles por acaso.

Depois, percebi que tem muitas coisas próprias de uma ilha, como hei-de explicar, não é nada cosmopolita.

O salário mínimo é de 680 euros – 485 em Portugal. A idade da reforma é 61 anos. O desemprego é de 6,4%. Nós começámos agora a afastar-nos dos 18%. A marginal é lindíssima. Falam uma língua impossível de perceber, mas toda a gente fala inglês. Há estrangeiros por todo o lado. E, imagine-se, o governo maltês decidiu vender passaportes a quem tenha 650 mil euros para pagar. Não, não se trata de um esquema para resolver o problema da imigração ilegal, vinda do Norte de África, é simplesmente uma forma de atrair estrangeiros ricos em adquirir a nacionalidade de um país europeu. Polémica das gigantes!

Hoje, depois de um dia cheio de entrevistas e visitas a empresas, consegui ir correr, ou melhor, andar a maior parte do tempo, mas rápido! Fiz 9 km de recorte de costa maravilhosa. Tem sido assim:

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Parto para Malta

Uma das coisas maravilhosas da minha profissão é poder viajar para conhecer sítios novos e mais pessoas.
Esta madrugada parto para La Valletta, capital de Malta, o país mais pequeno da zona euro, e só volto sexta à noite.
Conto com uma agenda cheia e uma vontade enorme de conhecer. Conto trazer histórias para contar.
Amanhã já adormecerei aqui:

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