De Propósito Podcast

Olá!

Eu sou a Sílvia Oliveira e sou jornalista
Passei os últimos 30 anos nas redações dos principais jornais nacionais a investigar, a escrever notícias e a fazer entrevistas, o que mais gosto de fazer.

E se há coisa que aprendi é que as pessoas e as suas histórias são o que verdadeiramente importa. A história de um é a história de muitos.

Sejam bem-vindos ao De Propósito, um podcast de entrevistas de vida, no qual se contam histórias com significado, íntimas e cruas, que nos ajudam a entender a parte mais profunda de quem somos.

A história de um é a história de muitos e, por isso, estamos aqui.
Nas palavras e na narrativa dos outros vemos pedaços de nós, aquilo que não sabemos que nos falta e o que nem sempre temos a coragem de dizer.

É esta a intenção de cada conversa com cada um dos meus convidados.

Inspiração é uma palavra gasta, mas precisamos de a sentir. Espero que a sintam de verdade aqui, nestas conversas com pessoas que nos ensinam, desafiam, confundem, e até nos podem tirar do sério.
Prometo ser sempre eu ao vosso serviço. Autêntica, direta, empática e intimista.

Juntem-se a mim nesta partilha tão generosa do nosso tempo e das nossas vivências, que nos ajudará De Propósito a chegar ao nosso propósito.
Quero que o podcast De Propósito seja um espaço de realidade, vulnerabilidade e honestidade

E a certa altura, ainda não sei quando, irei para a estrada pronta para vos levar as nossas entrevistas de vida, ao vivo.

O podcast De Propósito estará convosco todas as terças feiras, em todas as plataformas onde normalmente ouvem os vossos podcasts.

O De Propósito é a melhor forma que encontrei de nos ligarmos todos um pouco mais, com propósito.

Até já!

 

PS. Podcast De Propósito disponível nas plataformas Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e Castbox. Link de acesso direto no menu principal deste site.

Sílvia de Oliveira

Jornalismo

Encontrei este vídeo no blog do Pedro Rolo Duarte e fiquei curiosa. Ultimamente, leio muito sobre o futuro do jornalismo e sobre o digital, e a oradora é do Guardian, um dos meus jornais preferidos e, sem dúvida, o meu site de notícias.

Eu sei que sou interessada, que é quase uma hora, que não temos tempo, que nem todos querem saber do assunto, mas valeu todos os minutos. Por isso, partilho na esperança de que alguém desfrute como eu.

No fundo, isto de ser jornalista não é tão fácil quanto imaginam, mas é um privilégio viver esta revolução na minha profissão. Desculpem lá este momento e o estrangeiro, but a journalist is a truth teller, a sense maker anda a explainer ❤

Natal em Amesterdão

Por razões várias, o nosso Natal passou a ser assim, no ano passado em Londres, no próximo logo se vê. Tenho uma certa tendência para insistir no que gosto muito e, por isso, este ano, estive em Londres cinco vezes, mas Amesterdão valeu bem a pena.

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A cidade é bonita e fácil – no final, já não precisávamos de mapa – e gostei do despojamento destes holandeses: o maior shopping da cidade é mais pequeno do que as Amoreiras, as lojas também são bem mais pequenas que as nossas, até o ringue de patinagem numa das principais praças da cidade é mini; e eles andam para todo o lado de bicicleta, de ténis e uggs e sempre com muita pinta.

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Pois foi, Amesterdão ficou-nos no coração, por nós voltaríamos já na próxima semana. Curtimos os passeios a pé e que nos deixavam exaustas ao final do dia, a casa de chá da nossa rua, o Van Gogh, temporariamente transferido para o Hermitage, os churros e panquecas e as sopas de tomate com manjericão; as pausas no Starbucks à procura de chá e de internet, o passeio de barco pelos canais, as idas ao indiano da rua, a loja italiana de roupa que descobrimos, as tardes de patinagem no gelo, as luzes e as pessoas nas ruas, as sessões de mimo e de cumplicidade incrível que já temos as duas, as chuvadas, enfim, curtimos muito tanta coisa que nos trouxe mais este Natal. ❤

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Pronta para 2013, venha ele, amanhã regresso (e sobre o caso de Artur Baptista da Silva, gostaria apenas de dizer que poderia ter acontecido a qualquer um. Viver para aprender. Agora, chega de dramas e de auto-flagelação. Seguir em frente, melhorar, porque, felizmente, o jornalismo, o bom jornalismo, será cada vez mais útil e necessário).