Estrelas II

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Os chefs Miguel Laffan e Joachim Koerper, dos restaurantes L’And e Eleven, respetivamente, realizam no próximo dia 22 o segundo jantar de comemoração das boas notícias do último Guia Michelin.

Laffan estreou-se nas andanças das estrelas e recebeu a sua primeira estrela Michelin, a primeira para o Alentejo. Koerper recuperou a sua estrela para o Eleven.

Assim, depois de um primeiro jantar, onde a estrela do Eleven foi o chef do L’And, agora é a vez de Miguel Laffan receber a carta de Joachim Koerper.

Sábado, dia 22, a cozinha de Laffan no L’And, o restaurante do resort de luxo L’And Vineyards, em Montemor-o-Novo, será ocupada pelo chef do restaurante Eleven.

Por 70 euros por pessoa, poderá deliciar-se com as seguintes especialidades: Atum, vieira, manga e vinagreta de ostras fumado, caldo verde com lagostim e foie-gras, robalo com seus raviólis e molho de crustáceos, porco raça alentejana “atrás das trufas” e triologia de mousses de citrinos.

Bon appétit 🙂

São precisos sete homens para a abraçar

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Enquanto na Grécia se discute a descoberta da mais antiga oliveira do mundo, com uma idade entre 3500 e 5000 anos, em Portugal, acaba de se datar a segunda árvore certificada mais antiga de Portugal.

São precisos sete homens para abraçar o tronco desta oliveira com 2450 anos, localizada nos terrenos do Hotel Horta da Moura, em Reguengos de Monsaraz.

A árvore mais antiga conhecida em Portugal é uma oliveira com 2850 anos e também foi certificada pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Resiste numa praça em Santa Iria de Azóia.

A segunda oliveira mais antiga de Portugal faz parte de um conjunto de sete que viu a sua datação estabelecida e certificada pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Todas as árvores estão em bom estado de conservação e ainda na última apanha deram bastante azeitona.

O método de datação foi desenvolvido pela UTAD, em parceria com a Oliveiras Milenares, empresa no Vimieiro, perto de Arraiolos, que vende oliveiras ornamentais, e tem como mentores José Luís Louzada e Pacheco Marques, investigadores do Departamento de Ciências Florestais e Arquitectura Paisagista.

O método, baseado num modelo matemático que relaciona a idade com uma característica dendrométrica do tronco (raio, diâmetro ou perímetro), não provoca a destruição da árvore, já que não implica o seu abate, nem provoca lesões que comprometam a sanidade.

Os hóspedes do Hotel Horta da Moura poderão visitar esta oliveira ao longo do percurso histórico dentro dos sete hectares – O Caminho das Oliveiras -, que associa a idade das oliveiras a acontecimentos marcantes da história.