Bombardear por aí

Granadas de cor e de cheiro para bombardear um descampado perto de si.
E como hoje é dia de girassóis, estava capaz de encher de amarelo um terreno mesmo ao lado de casa, que só tem um muro grafitado e uma laranjeira.
Ideias giras, giras! Aqui

Senses-4-Pack

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Sunflowers

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Ao mesmo tempo que este Governo entrega 85 quadros do Miró à Christie’s para venda em leilão (oh, meu Deus, que não aguento esta fúria de vender tudo o que mexe, santa ignorância!), sei que dois dos cinco Sunflowers de Vang Gogh vão ser expostos, lado a lado, no National Gallery, em Londres.

Já os vi, aos dois, em separado. Um no National Gallery, outro no Museu Van Gogh, em Amesterdão (os outros três estão espalhados por Munique, Tóquio e Filadélfia), e os Girassóis é dos quadros que mais gosto. Aliás, Van Gogh, é dos meus pintores preferidos, tanto que até o tatuei no braço. Em Londres, para olhar e comparar, a partir de 25 deste mês.

Weekend mode

Sim, óbvio, o l’And Vineyards é espectacular, tem detalhes de sonho, apetece ir viver para Montemor-o-Novo e vir todos os dias trabalhar a Lisboa (pelo menos, por uns tempinhos). São só 45 minutos para regressar ao sossego e conforto de uma suite, onde se dorme com vista para as estrelas do Alentejo, literalmente, porque o tecto abre mesmo por cima da nossa cabeça.

E depois, é de sonho ter a cozinha do chefe Miguel Laffan, mesmo ao piscar de olhos, no L’And, o restaurante do resort, que há um par de meses ganhou uma estrela Michelin. O pequeno-almoço é de chorar e comer por mais. Os pastéis de nata miniatura tinham um sabor, que ainda hoje ando aqui às voltas porque não consigo descobrir qual é. Jantámos o menu de degustação, simplesmente delicioso, mas ficou por provar o bolo de azeitona, que fez sucesso em Banguecoque, no World Gourmet Festival 2013.

E foi assim:

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“Há muitos casos de concorrência desleal no sector da segurança”

Entrevista - João Gaspar da Silva

Entrevista publicada no Dinheiro Vivo.
Entrevista feita com Hugo Neutel
Fotografia de Diana Quintela

É licenciado em engenharia eletrotécnica pelo Instituto Superior Técnico e tirou, depois, um MBA na norte-americana Kellogg School of Management. A 1 de setembro assumiu a presidência da Prosegur Portugal, a participada portuguesa da multinacional espanhola, líder mundial do sector de segurança privada. Aos 37 anos, João Gaspar da Silva gere o sexto maior empregador nacional, com sete mil trabalhadores.

A cadeira
O entrevistado foi fotografado na cadeira “DAR”, desenhada pelo casal de designers norte-americano Charles & Ray Eames, em 1950. O original foi desenvolvido em colaboração com a Zenith Plastics para o concurso “Low-Cost Furniture Design”, organizado pelo Museu de Arte Moderna de Nova York e foi a primeira cadeira de plástico fabricada industrialmente. A sua versão atual de polipropileno oferece uma maior comodidade.
PVP: 452,64 euros, n’ A Linha da Vizinha

Um das consequências da crise tem sido o aumento da insegurança. Como presidente da empresa líder do negócio da segurança privada está numa posição privilegiada para falar sobre o tema. Portugal está, de facto, menos seguro?
A resposta é não. É verdade que existe muito essa perceção, mas, se olharmos para a série histórica da evolução dos principais índices de criminalidade, a verdade é que Portugal continua a ser, no contexto do mundo e da própria Europa, um país bastante seguro. Há um acréscimo pontual dos índices de criminalidade associados a alguns furtos, mas, quando olhamos para uma série histórica de 10 anos e vemos os dados de 2009 até agora, não se verifica uma alteração significativa.

Sentiu uma maior procura por produtos e serviços de segurança privada?
Não senti uma alteração face às tendências históricas e que confirmam Portugal como um país seguro no contexto da Europa. Em alguns indicadores já havia um tendência de subida, antes de 2008, antes da entrada oficial no período de crise, e essa tendência mantém-se agora. Por exemplo, os furtos a residências têm vindo a aumentar, é o que mostra o relatório anual de segurança interna, com dados disponíveis até 2012.

Mais procura por segurança?
No caso do mercado residencial, sim. Esse é um dos segmentos de mercado que continua a crescer. No passado, ter um alarme em casa era um luxo e, neste momento, existe uma penetração maior desse tipo de serviço no mercado português. Mas há ainda espaço para crescer, porque Portugal continua a ter níveis de penetração desse tipo de produtos relativamente baixos no contexto da Europa.

Isso devido a uma perceção de mais insegurança por parte das pessoas?
Isso nota-se quando falamos com as pessoas e no tratamento que é dado às notícias na imprensa. Mas a verdade é que, quando pomos em perspetiva a evolução dos índices de criminalidade, esquecendo aumentos pontuais num índice ou noutro, que também ocorreram no passado, não se pode dizer que a criminalidade aumentou.

A que ritmo é que tem crescido, nestes últimos anos de crise, a procura de alarmes e de sistemas de segurança por parte dos particulares?
As estimativas que temos apontam para um crescimento anual na ordem dos 5% a 10%.

E nas empresas?
Nas empresas, a realidade é diferente e aí, claramente, sentiu-se mais o peso da crise. A Prosegur, mesmo tendo um portfólio mais abrangente de serviços – vigilância, transporte de valores e tecnologia de segurança -, sentiu a crise de forma clara nas várias atividades. A tecnologia de segurança, que depende muito de novos investimentos, do crescimento das redes de retalho, de novos entrepostos logísticos, foi a primeira área a sentir, logo em 2009, o resultado da quebra do investimento público e privado.

Mas o negócio da Prosegur aumentou ou não?
Na área dos alarmes residenciais, claramente sim. No sector empresarial, houve uma contração da procura e do mercado.

Em agosto de 2012, o diretor de recursos humanos da Prosegur, José Lourenço, dizia que a empresa estava no auge do seu crescimento, com uma média de 700 recrutamentos/ano. Mas, em dezembro último, a Prosegur anunciou um despedimento coletivo de até 140 pessoas, sobretudo a Norte, e, em meados do ano, já tinha despedido outros 60 trabalhadores. O que é que mudou num ano e meio? Continue reading ““Há muitos casos de concorrência desleal no sector da segurança””

Livros da minha teen

livros clara

Hoje, o correio chegou para a minha filha. Um pedido da teen. Fiquei meio surpreendida com a escolha, porque lá por casa nunca se falou destes autores, nem destes livros, mas como o mundo dela está a crescer e em livros, felizmente, não se poupa, cá estão. Comprados na Wook, onde passei a comprar todos os meus livros, sem sair do lugar. Ela está em pulgas para começar e eu em pulgas estou para ver como vai acabar.

Preciso

Uma em cada quarto, outra na sala e com um pouco de sorte ainda espetava com outras na cozinha e nas casas de banho.

salamandra

A obsessão por salamandras é assim, e assim e mais assim

Até porque o meu hotspot está com uma chama piloto quase até ao céu…

[Margarida estou à tua espera ;)]

Optimus jamais!

Agora que já fiz o acordo para pagar, que é como quem diz assumi a dívida (acabei de o assinar, com a esquerda!) – coisa que me custa mais do que o próprio dinheiro, por ser injusto -, vou contar aqui porque é que nunca mais na minha santa vidinha serei cliente da Optimus ou de qualquer fornecedora de telecomunicações do grupo.

Em 2007, mudei de casa e, por isso, pedi o cancelamento de todas as utilities: água, luz, gás, telefone e internet. Correu bem em todos os casos, menos na internet, serviço assegurado pela Clix (grupo Optimus). Dizem eles que não receberam nenhum pedido de cancelamento de contrato e por mais que, ao longo destes anos lhes tenha garantido isso mesmo, o resutado foi, com juros e custas de processo, uma dívida de mais de 480 euros referente a cinco ou seis meses de Clix que nunca utilizei, porque já vivia na minha nova casa. Nem eu, nem mais ninguém, porque retirei a ligação, ou seja desliguei o serviço, e quem lá ficou, o meu ex-marido, nunca gastou um mega que seja da Clix.

Depois de ameaças de tudo, de penhoras de salário, de execução, tribunal e afins, de juridiquês, decido pagar porque tenho a certeza que se não o fizesse agora arriscaria pagar muito mais, mais tarde. Por isso, aqui fica escritinho para a posteridade que Optimus jamais!